quarta-feira, 28 de maio de 2014

Geração Brasil: Megan e Davi


Olá gente fina elegante e sincera, acho que muita gente deveria estar estranhando o fato de eu não ter falado de #G3R4Ç4OBR4S1L aqui. Na verdade eu estou meio boiando nos assuntos da novela, pois ainda estou morando fora e por essa razão estou vendo bem pouco dos folhetins tupiniquins, mas não deixo de acessar o meu twitter e sim, minha tl já está dominada pela torcida #Humbelle.
Então, para quem não entendeu, vou ser direta, estou falando de Humberto Carrão e Isabelle Drummond que novamente são par romântico.
Em “Geração Brasil” nossos amadinhos estão na pele de Megan e Davi. Ela uma socialite estilo Paris Hilton e ele um hacker inteligentíssimo responsável por alguns ataques ao pai da gata, Jonas Marra.
Enfim, mundos opostos, ela que cresceu nos EUA estava achando o Brasil um porre até cruzar com ele e foi assim, amor a primeira vista.
Eu normalmente não gosto de personagens "patricinhas", não à toa odiei a Alice de "Morde&Assopra", mas a Megan tem uma essência muito boa, apesar de todos os exageros, que as vezes até me lembra a Mia de "Rebelde".
Já o Davi pega a Luane sem compromisso, joga charme pra Megan, mas quer conquistar a Manu/Maya. Esse romance #MaVi não me agradou porque eles se parecem demais. Os dois são hackers, viciados em games e até essa paixão deles soa como algo fantasioso, que fica apenas no mundo das ideias e não dá certo na realidade.
A atriz que faz a Manu/Maya é nada mais nada menos do que Chandelly Braz, a namorada de Carrão.
Sinto muito, de verdade, mas nem com essa vantagem a Danone (apelido carinhoso) vai superar a força do casal #MegaVi. Sim, esse é o nome do nosso shipper e vamos abraçar, porque já percebi que querem nos fazer engolir #MaVi, e isso, jamais!
Claro que aqui entra muito da minha predileção por Humbelle, acho a química dos dois muito boa e já comecei a assistir sabendo que shipparia o casal. Se a história deles fosse chata, ok, mas não é. Megan é uma Marra, sempre penso nos conflitos que o Davi teria ao se apaixonar pela filha de seu desafeto. Seria uma luta interna interessante. 
Agora capricheteando, acho meio que improvável que alguém tenha considerado a hipótese de colocar Humberto Carrão e Isabelle Drummond para contracenarem pensando que outro casal além deles roubaria a cena. Principalmente depois de Cida&Elano e Giane&Fabinho.

Senti só a química em 3 atos.


Mas como eu já vi de tudo nessas novelas, principalmente depois que Bento não ficou com a Malu quando tudo indicava que sim em “Sangue Bom”, eu não duvido que os autores de “Geração Brasil” apenas se aproveitem da popularidade de Humbelle para levantar a audiência e deixar os fãs do casal a ver navios no final.
Vamos ficar de olho!
E outra coisa, a Isabelle é muito atriz para ter uma participação restrita a correr atrás de um carinha, já vimos isso na mesma “Sangue Bom”. Será Davi um novo Bento na vida de Megan? Vamos todos bater 3x na madeira, porque ninguém merece!
Então é isso, não vou comentar sobre a novela em si porque como expliquei estou por fora, mas já estou torcendo por cenas maravilhosas entre Carrão e Benício bem no estilo Ariclenes e Luti, ai #Tititi <3

E também já torço para Jonas ficar com sua bela esposa Pamela e esquecer a Verônica ….Porque SIM!

Ah, e votem na enquete do lado, pra quem vai sua torcida nesse triângulo?


Beijos!!

sexta-feira, 9 de maio de 2014

20 anos de "Castelo Rá Tim Bum"


Nossa!
O tempo voa mesmo, parece que foi ontem que “Castelo Rá Tim Bum” estreou na TV Cultura. Ao longo de 20 anos a série foi reprisada inúmeras vezes e em vários horários do dia, acompanhando várias gerações de crianças.
Eu fui uma dessas, e com certeza se ainda passasse “Castelo Rá Tim Bum” na Tv eu assistiria. Me traz uma nostalgia tão boa relembrar esse programa, porque simplesmente ele era muito bom!
Acho que mereceria um Oscar da TV Brasileira o inventor dessa série que conseguiu mexer com o lúdigo que permeia o imaginário infantil com a história de um Castelo cituado no meio de uma cidade grande, com moradores desconhecidos que na verdade são bruxos, além de ter um lustre com fadas, um encanamento com um monstro chamado “mau”, mas que de mau não tem nada,  uma cobra falante chamada Celeste, um gato que toma conta de uma biblioteca, um ET chamado Etevaldo que de vez em quando vai visitar Nino, assim como a "Caipora" que sempre aparece quando alguém assobia, Bongô, um entregador de pizza manero, uma repórter cor de rosa e charmosa chamada penélolpe, o doutor abobrinha que sempre aparecia com planos mirabolantes para destruir o castelo e no lugar construir um prédio de 100 andares, e uma criança de 300 anos, Nino, criado pelo tios feiticeiros, Morgana e Vitor que sonha em ser um garoto comum e ter amigos de verdade e os encontrou em: Biba, Pedro e Zequinha.


Além de muitos quadros educativos e musicais.
Sem dúvida “Castelo Rá Tim Bum” foi o melhor programa desenvolvido até hoje para as crianças brasileiras, pois além da qualidade, o elenco era muito bom, as histórias de cada episódio trazia um aprendizado, uma mensagem positiva e isso com certeza faz muita falta na programação infantil de hoje em dia que além de ruim anda escassa.
No meu tempo (disse a véia de 25 anos), eu acordava a tinha pelo menos 4 canais de TV aberta com programação infantil: Globo, Record, SBT e a TV Cultura.
Hoje apenas a TV Cultura e o SBT mantem a sua programação infantil.
Muitos dizem que as crianças de hoje já não se interessam por desenhos ou programas, o que eu só sei lamentar. As crianças sempre foram um público fiel e acredito que se mais programas fossem feitos com a mesma qualidade e dedicação que fizeram “Castelo Rá Tim Bum”, X-Tudo, Mundo da Lua, Glub Glub... a audiência iria voltar.
Para celebrar os 20 anos da série, o Museu da Imagem e do Som (MIS) realizará uma exposição em julho de 2014, em São Paulo. A mostra será dividida em dois ambientes. Em um deles, dez cômodos do castelo serão recriados, como o saguão. No outro, o público verá documentos e depoimentos que recriam a história do programa.
A TV Cultura abrirá as portas entre os dias 12 e 16 de maio, das 11h às 16h.para a mostra “Castelo Rá-Tim-Bum 20 Anos” com figurinos, material cenográfico e documentos da série. Para fazer a visita, basta enviar um e-mail para semanademuseus@tvcultura.com.br.

domingo, 6 de abril de 2014

Sobre o Final de “How I met Your Mother”

Bem pessoal, eu já tinha desistido de assistir ao final de "How I met your mother", a série estava andando em circulos há duas temporadas, a nona então, uma encheção de linguiça. Sinceramente pensei que a história já estava resolvida, Ted iria conhecer a mãe de seus filhos, Robin se casaria com Barney, Lilly e Marshall continuariam procriando e sendo o casal mais feliz da série. E isso de fato aconteceu, mas não foi o ponto final.
Eu fico feliz quando minha percepção dá certo, eu sempre disse que a Robin era do Ted, nunca consegui shippar ela com Barney, e nem gostar da mãe das crianças, não me julguem, mas pra mim eles eram parecidos demais, poderia durar um tempinho, como durou, mas não seriam para envelhecerem juntos.
Motivos para Ted ficar com Robin não faltaram: Foi por ela

que ele lutou, que fez loucuras, se declarou várias vezes, foi
feliz, quis se casar, desistiu de vários relacionamentos para não se afastar dela, se importava e até o último momento quando ela estava se casando com seu melhor amigo, era por ela que ele estava apaixonado.
Como os roteiristas bem frisaram no finalzinho, durante a conversa de Ted com os filhos, a história contava muito pouco sobre a Tracy, a mãe, e muito sobre como Robin e Ted desenvolveram o relacionamento de altos e baixos deles, que só não vingou porque Ted queria uma família e Robin não.
Depois ela se envolveu com Barney e eles combinavam muito como amigos, mas como casal sempre achei uma mancada. O melhor amigo jamais pega a ex namorada do melhor amigo, principalmente se esse amigo ainda gostar da garota.
Depois de um tempo Ted e Robin passaram a morar juntos e ter uma amizade colorida, quando Barney se descobriu apaixonado por ela, entrou na briga e a conquistou. Eles tiveram cenas bem bonitinhas, mas sempre soando como se Barney estivesse perdendo sua essência, ele não era o cara que se apaixona, esse cara era o Ted.
Enfim, último episódio chegou, após de uma longa e arrastada temporada Robin e Barney se casaram e depois de 3 anos se divorciaram. Robin ao ver Ted com Tracy percebeu que havia feito a escolha errada e se afastou do grupo de amigos, sendo visita rara apenas para as grandes comemorações.
Barney voltou para sua vida de solteiro, se tornando pai e finalmente o vimos se apaixonar por uma mulher de verdade: sua filha.



Lilly teve 3 filhos com Marshall que terminou a série muito bem sucedido em sua carreira de juiz. Nada mais sobre a vida do casal Marshmallow e Lillypad foi abordado com exceção da mudança de apartamento. 
Após 7 anos e 2 filho Ted se casou com a mãe das crianças, porém a moça morreu jovem abrindo assim o caminho para o inevitável e coerente final de How I Met Your Mother.
Muita gente já disconfiava que a mãe estava morta, pois ela nunca estava presente nos diálogos de Ted com os filhos. Pelo que ficou claro a intenção de falar sobre a mãe foi um meio que Ted encontrou para ganhar a benção de sua prole em uma reaproximação com a tia Robin.



Entendo que muita gente realmente acreditou que Robin e Barney seriam felizes juntos, e que de fato a história focaria em como Ted conheceu a mãe de seus filhos, mas de verdade esse sempre foi apenas o nome da série.


Eu gostei desse final que ninguém mais esperava, ao meu ver teve muita coerência, pois Ted esteve apaixonado pela Robin por 9 temporadas e nada me convenceria aos 45 minutos do segundo tempo que aquela moça simpática do baixo seria a verdadeira paixão dele, na verdade Robin e Ted sempre seriam o grande amor um do outro.

Animé Naji No Asukara - Achei fofinho


Depois de muito tempo eu voltei a me animar com um anime: “Naji No Asukara”. Ele é bem bonitinho, tem a civilização do que vive no mar, como se fossem peixes, que não gostam das pessoas da superície. Existe aquela tal "xenofobia" eles não gostam de se misturar e um povo sempre está falando mal do outro, mas tudo muda quando uma escola do mar é fechada e seus alunos se veem na necessidade de estudar na superfície. O amor, ah o amor, ele super dá o ar da graça, imagina se uma mocinha do mar se apaixona por um gatinho da superfície, tipo amor proibido? Imagina se o seu melhor amigo lá no fundo gosta de você e começa a sentir ciúmes e se sua melhor amiga nutre sentimentos por esse mesmo amigo? Mas não espere que esses sentimentos genuínos sejam revertidos em beijos, pois as personagens ainda são crianças de 14 anos na primeira fase do animé.

Enredo

No passado a civilização humana dividia-se entre os que moravam no Mar e os que moravam na superfície terrestre. Porém, alguns habitantes do mar se apaixonaram por pessoas da superfície o que causou uma desavença entre os povos e uma proibição para os habitantes do Mar. Quem se apaixonasse por algum habitante da superfície teria que escolher entre viver esse amor ou viver no mar, ou seja, nunca mais retornar a sua cidade natal, nem mesmo para visitar sua família e essa escolha sempre vinha acompanhada de muita dor.
Depois de muitos anos de separação, uma escola do Mar fechou e seus alunos foram transferidos para um escola da superfície. O interessante desse começo é analisar como esses alunos do mar se enxergaram na superfície e como foram recebidos. Algo semelhante quando uma pessoa que morou a vida inteira numa cidade do interior e de repente passa a morar numa metrópole, quando você chega e não conhece ninguém, todos riem da sua roupa, do seu sotaque ou até mesmo das suas tradições.
A forma como todos esses preconceitos é abordada e superada é o que torna esse anime tão bacana. À principio podemos pensar que se trata de um romance entre adolescentes alá quadrilha, onde ninguém é correspondido, mas a profundidade das relações nos mostra uma história muito especial.
Hikari Sakishima é o personagem masculino principal, amigo de infância de Manaka, com quem sempre se preocupou e tomou conta. Ele tem o que chamamos de “pávio curto” e está sempre repreendendo a amiga por seu jeito atrapalhado de ser. Na verdade aqui começa a nossa quadrilha, pois Hikari gosta de Manaka, que gosta de Tsumugu , que gosta de Chisaki que gosta de Hikari... entre outras confusões amorosas.

Esse anime conta com 26 episódios e é bem recente, por essa razão não farei uma resenha com spolers, pois aí perderá toda a graça.
O que achei muito legal é que apesar de todas as mudanças que ocorre durante a história o final não te dá todas as respostas, pois os sentimentos mudam ou não, o jeito é deixar acontecer naturamente.

Bem pessoal, é isso!
xoxo

sexta-feira, 28 de março de 2014

Glee comemora 100 episódios e mais uma reviravolta


Ai gente, falar de Glee ultimamente tem me deixado nostalgica, principalmente quando a série chega em seu episódio 100 trazendo quase todas as personagem que fizeram as três primeiras temporada.
É bem verdade que Glee tem patinado em tentar retomar seu caminho, acho até que um final digno deveria ter acontecido na terceira temporada. De lá pra cá com os protagonistas formados deu-se um desafio, fazer um plot em NY acompanhando Rachel e Kurt e os demais alunos ainda no colégio. Houve uma tentativa de renovação de elenco, mas a verdade é que nada deu certo, nenhuma história secundária deslanchou e o público clamava pela volta das personagens principais, logo ficou claro que uma hora o Club Glee teria que acabar.
Acho que essa nunca foi de fato a vontade Ryan Murphy, porém com a precoce morte de Cory, o protagonista Finn, muita coisa perdeu o sentido. As tentativas de fazer com que Sam, por exemplo, ocupasse essa lacuna se tornando um líder não surtiu o efeito desejado e então, Glee chega ao seu episódio comemorativo trazendo todos os alunos para a despedida.



Esses últimos três episódios que se deram com a derrota nas nacionais e a extinção do Club do Coral, as homenagens ao Finn, ver a Rachel sendo Rachel, egoísta e competitiva com Santana e Mercedes nos levaram para o que Glee sempre teve de melhor.





Quinn e Puck (Quick) que também voltaram a série, para surpresa geral reacenderam a antiga paixão, que pelo visto nunca havia apagado e iniciaram um namoro sério, os dois de fato parecem estar mais maduros e prontos um para o outro, finalmente.
Não acho que a história deles será novamente explorada na série, diferente de Brittana que voltou com tudo e eu só me pergunto o que vão fazer com a Demi Lovato.
Pelo que parece a maior parte do elenco irá tentar a sorte em NY, pelo que entendi Blaime, Sam, Artie e Brittany estarão junto com Rachel, Kurt e Santana na Big Apple. Fiquei frustrada com Tina saindo na última hora, ela que sempre ficou de lado, parece que perdeu espaço de vez na série.
As demais personagens que foram inseridos recentemente sabe-se lá o que irão fazer, sumir eu acho. Will provavelmente irá assumir o “Vocal Adrenalina” e irá parar em NY também, e Sue, bem eu não sei onde ela vai entrar, os roteiristas precisam arrumar mais uma ideia "brilhante" para isso acontecer, pois não existe Glee sem Sue.
Na verdade esqueça o Glee que você conheceu, o que vem por aí é uma outra série, que eu não tenho ideia do que será. Porém achei muito divertida a paródia com Friends, apesar de bem caricata. 


Cabe aqui uma crítica, Glee na ânsia de se reinventar tem iniciado plots e mais plots sem finalizar nenhum, isso cansa. Precisamos de coerência, que as histórias tenham continuidade, desse jeito tá ficando difícil. Cada episódio uma reviravolta, e isso não significa que a série esteja melhorando ou achando seu caminho perdido lá na terceira temporada e sim que cada dia que passa perde mais a sua essência.
Como Gleek que sou, espero que as coisas melhorem, eu sempre vou assistir Glee sendo bom ou ruim, mas ajudaria muito se a série voltasse ao menos um pouco a ser como era.

Foi de cortar o coração assistir mais uma versão de “Don't Stop Believing” sem a voz de Finn, por essa razão colocarei as duas versões para nunca esquecer como tudo começou...


Primeira e inesquecível versão, saudade.



Até pessoal!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Resenha: The To Do List (2013) - Recomendadíssimo



Ainda na onda das comédias românticas, hoje trago outro filme muito legal, The to do list, em Portugal a tradução ficou como “ A lista dos prazeres” e no Brasil como "O diário de uma virgem". Bem, eu achei o filme super legal, não é uma revolução do gênero, mas faz rir, na verdade é bem estilo American Pie, só que em uma versão para meninas. A protagonista dessa história se chama Brandy Klark (Aubrey Plaza), uma garota de 18 anos que está se formando no ensino médio e que não teve nenhuma experiência sexual. Ela faz o estilo CDF, tem como ídolo Hillary Clinton e não está nem aí para as gozações que ouve por ser virgem. A história se passa em 1993 e é de uma certa forma uma quebra de tabu, pois aborda a sexualidade feminina durante a adoslecência, antes apenas vista do ponto de vista masculino.
Brandy vai à uma festa com as amigas e mesmo não gostando do ambiente acaba encantada por Rusty Waters (Scott Poter), um universitário cobiçado pelas estudantes, ela bebe demais e depois de dançar muito ela acaba indo dormir em um quarto quando o bonitão aparece e lhe dá um amasso por engano, ele descobre que está com a menina errada justamente pela falta de experiência dela. 
Ela então encantada por ele resolve que irá experimentar de tudo antes de ter sua primeira vez, que ela quer que seja com Rusty. Ela então pesquisa todos os termos e definições e faz uma lista de todos os passos que envolve uma relação sexual para se tornar mais experiente e a coloca em prática com rapazes diferentes, mas sem nenhum envolvimento sentimental, apenas experimetações. 
Realmente é muito divertido acompanhar essas aventuras sexuais e perceber o ponto de vista da protagonista, que não leva essas relações como algo muito relevante, apenas sexo, nada demais, o que a leva a magoar suas amigas e Cameron (Johnny Simmons) seu colega de trabalhos de escola, que nutre por ela uma paixão platônica e que fica extremamente magoado ao saber que ele não era exclusividade da garota. Ela apenas usa os rapazes de forma consensual para descobrir a sua sexualidade.
 Essa atitude moderna e liberal da protagonista pode ser vista com maus olhos pelos conservadores de plantão que podem julgá-la como uma “bitch”, mas se os homens podem e todo mundo acha super válido, porque as mulheres devem receber retaliações por isso?
     Outro aspecto interessante do filme  é mostrar que nem sempre a primeira vez será perfeita, na verdade quase nunca será, e ser adolescente tem a vantagem de não ter por que se arrepender, tudo é válido.

Segue o trailer do filme!


Resenha: The First Time (2012) - Fofinho


Olá pessoal, feliz 2014 para todos nós!
Nesse periodo de férias, se vocês estão de bobeira procurando algo para distração hoje vou recomendar uma comédia romântica que assisti já tem um tempo, apesar dele não ter chegado aos cinemas brasileiros.
Esse filme é uma gracinha, se chama “The First Time” (a primeira vez), os protagonistas do filme são os atores Britt Robertson, como Aubrey e Dylan O'Brien como Dave.
A história pode ser considerada mais um clichê do gênero se você levar em consideração apenas o título, mas na minha opinião ele vai muito além disso. Toda a história se passa em um único final de semana em que os protagonistas se conhecem, firmam uma amizade e se apaixonam e é muito bacana ver como esse processo é realizado com coerência. O ponto forte desse filme são os diálogos bem construídos que sempre levam à uma reflexão sobre algo mais profundo em que passamos a conhecer de fato quem são aqueles jovens e o que esperam da vida. Tudo que acontece é consequência natural. Dave, por exemplo, passou anos apaixonado pela melhor amiga, Jane, (Victoria Justice), mas sem ser enxergado por ela, Aubrey tem um namorado mais velho, mas que ainda está perdido em pensamentos pouco práticos e mais parece um idiota e ela sem dúvidas é muito mais madura do que a maioria das garotas de sua idade.
Eu gostei desse filme porque achei a abordagem dele bem delicada, mas não é bobinha, diferente dos filmes do genero que sempre caem no clichê, ele trata a primeira vez com bastante sensibilidade, a escolha da pessoa certa, as experiências, como lidar com os hormônios a flor da pele, a conhecer o outro, a frustração, enfim, super recomendo!